Escultor nascido na cidade de Aimorés, Minas Gerais, Álvaro Jorge aprendeu o seu ofício sozinho, é um daqueles artistas denominados autodidata. A exemplo do Mestre Aleijadinho, de Maurino Araújo, de G.T.O e de Higino D`Almeida, Álvaro Jorge é um exímio representante de uma das mais importantes expressões da cultura mineira, a escultura em madeira. Suas peças são esculpidas em cedro e vinhático e quase sempre representa imagens de anjos e santos, outra expressiva tradição da cultura de Minas Gerais. [...] Para esculpir minhas peças, uso somente um formão e um martelo.
Álvaro Jorge. Reprodução fotográfica Museu de Arte Popular CEMIG, Belo Horizonte, MG.
Álvaro Jorge começou a trabalhar com carpintaria em 1979; ajudava a seu pai a confeccionar cenários no Palácio das Artes de Belo Horizonte. De lá saiu em 1984 para se dedicar à escultura. O artista já participou de várias exposições, dentre elas: 40 anos do CEART, Barroco Mineiro, Mestres Santeiros, e Mestres da Capital, dentre outras. Peças suas podem ser apreciadas em alguns museus de Belo Horizonte, dentre eles o Museu de Arte Popular CEMIG. Álvaro Jorge já foi premiado muitas vezes no Brasil, como no Palácio das Artes de Belo Horizonte, e pelo Governo do Estado de Pernambuco.
Álvaro Jorge faleceu no dia 30 de julho de 2016 em Belo Horizonte.
Álvaro Jorge, anjo, madeira policromada. Reprodução fotográfica autoria desconhecida.
Álvaro Jorge, São Francisco, madeira policromada. Reprodução fotográfica autoria desconhecida.
Álvaro Jorge, anjo, madeira policromada. Reprodução fotográfica autoria desconhecida.







exposiçao e preço
ResponderExcluirConheci muito Álvaro Jorge, fomos colegas no Palácio das Artes. Surpreso agora com notícia de sua morte.
ResponderExcluirVocê roubou as coisas do CAFAR junto com a Nátalie Tavares Delgado e a Luiza Moreaux Mattos, depois que o vídeo que a Luiza postou no Instagram, viralizou no X (antigo Twitter):
ResponderExcluirhttps://x.com/Anonimofarmacia/status/1999918231201677383
Você foi expulsa do CAFAR junto com a Natalie Tavares Delgado e a Luiza Moreaux Mattos:
https://www.instagram.com/cafarufrj/p/DSaUfiRkR7v/
Expulsão do CAFAR não é o suficiente, vocês deveriam ser presas pelo roubo e serem expulsas da UFRJ.
Você já foi expulsa da LACFORENSE e do Laboratório de Análises Avançadas em Bioquímica e Biologia Molecular (LAABBM) porque também roubou as coisas lá.
Você foi expulsa do seu estágio em farmácia comunitária na clínica da família Maicon Siqueira, você também foi expulsa da sua monitoria do setor de cápsulas na farmácia universitária da UFRJ depois que você furtou/roubou as coisas lá igual você fez no CAFAR.
A Aline não deve saber que você é uma ladra para te aceitar no projeto de extensão Tá na Hora de Tomar o Remédio, quando as coisas começarem a sumir no projeto de extensão, já sabem até quem foi.
Quando a Aline descobrir que você foi expulsa de vários lugares diferentes por ter roubado as coisas, a Aline também vai te expulsar do projeto de extensão dela, ninguém quer uma ladra por perto.
Você fica agindo como se não tivesse feito nada de errado, eu acho que ser psicopata é pré-requisito para fazer iniciação científica.
Se vocês três morassem aqui na rua, os traficantes já teriam mandado vocês subirem até a boca de fumo, aqui na minha rua os traficantes mandam as ladras subirem para a boca de fumo, aqui na minha rua funciona um ferro velho clandestino que vende material para os traficantes fazerem barricadas.
Como vocês estudam na UFRJ, a coordenação da farmácia fecha os olhos para você ter roubado as coisas do CAFAR.