Raimundo Batista de Oliveira nasceu na comunidade rural de Alto Cruzeiro, município de Lagoa da Canoa, região central do estado de Alagoas. Nas muitas voltas que a vida de Raimundo deu, já morou em Arapiraca (AL), Aracaju e em São Paulo. Nesta última morou até os vinte anos. Na capital paulista trabalhou em fábrica de calçados e, com os restos do couro fazia artesanato para vender em frente ao Museu do Ipiranga. De volta a Alagoas começou a trabalhar com artesanato. Casei e tinha que arrumar mais alguma coisa para fazer. Fiz máscaras e mais umas outras coisas, conta Raimundo.
Raimundo Batista. Reprodução fotográfica Em Nome do Autor. Proposta Editorial, São Paulo-SP, 2008.
Em Alagoas, Raimundo conheceu seu Zezito Guedes, um importante e conhecido artista nascido na Paraíba, mas que vive em Arapiraca há muitos anos. De seu Zezito, Raimundo recebeu não só o incentivo, mas também um pouco da sua formação artística. Na primeira Artenor [feira de artesanato do Nordeste], ele [seu Zezito] levou minhas máscaras. Fiz uma matriz em madeira e gostei. Comecei a trabalhar com madeira. Veio à minha cabeça o que vi e vivi em São Paulo. A situação do povo nas encostas e nos edifícios, uns em cima dos outros. Foi aí que comecei as minhas favelas, conta Raimundo.
Raimundo Batista, Favela, madeira policromada. Reprodução fotográfica Galeria Pontes, São Paulo, SP (www.galeriapontes.com.br)
Raimundo Batista, Favela, madeira policromada. Reprodução fotográfica Chácara Tropical (www.chacaratropical.com.br)
As favelas coloridas de madeira tornaram-se a marca registrada da obra de Raimundo Batista. Elas são facilmente reconhecidas onde quer que seja. Atualmente é possível encontrá-las em várias galerias ou lojas de arte popular espalhadas pelo Brasil.
Fonte:
- Lima, Beth & Lima, Valfrido. Em Nome do Autor. Proposta Editorial, São Paulo-SP, 2008.
Raimundo Batista, Favela, madeira policromada. Reprodução fotográfica Galeria Pontes, São Paulo, SP (www.galeriapontes.com.br)
Raimundo Batista, Favela, madeira policromada. Reprodução fotográfica Chácara Tropical (www.chacaratropical.com.br)
Raimundo Batista, Favela, madeira policromada. Reprodução fotográfica Galeria Pontes, São Paulo, SP (www.galeriapontes.com.br)
Raimundo Batista, Favela, madeira policromada. Reprodução fotográfica Galeria Pontes, São Paulo, SP (www.galeriapontes.com.br)







Boa noite,
ResponderExcluirOnde posso encontrar a obra do Raimundo no Rio de Janeiro ?
Favor responder para mc.cambas49@gmail.com
Meu Deus, que homem talentoso!
ResponderExcluirArtista Maravilhoso!
Sucesso!
Muito orgulho do meu tio!! 😍
ResponderExcluirLindo, criativo, divertido... parabéns!
ResponderExcluirTenho uma obra de R.Batista, uma Santa ceia entalhada em madeira maciça
ResponderExcluirTenho uma obra de R.Batista, uma Santa ceia entalhada em madeira maciça, romulosmiranda@hotmail.com
ResponderExcluirVocê passou colando em cálculo para farmácia usando o Photomath, me fez acreditar que dava para passar na faculdade sem estudar, quando chegou em orgânica 1, você decidiu que não iria me dar cola e não me avisou nada. Esse foi o motivo de eu ter ficado reprovado em orgânica 1 pela primeira vez. Eu ainda me lembro, quando eu descobri que você estava fazendo iniciação científica com bolsa no laboratório de imunofarmacologia e inflamação. Foi então que eu notei que você apenas fingiu que era uma pessoa boa no primeiro semestre, no segundo semestre em diante, você mostrou quem você é de verdade, você não passa de uma egoísta que só pensa em si mesmo.
ResponderExcluir“Eu estou com a minha graduação toda atrasada por sua culpa”.
Você ainda abriu a empresa Dye my Bag com o dinheiro da sua bolsa de IC, você ainda está fazendo estágio na Farmoquímica, será que o pessoal na Farmoquímica sabe quem você é de verdade?
Você ainda é professora particular, será que você ensina os seus alunos a colarem na prova também?
Você ainda vai se casar com um homem. Será que o seu noivo sabe quem você é de verdade?
Eu já mandei um e-mail para o projeto de extensão chamado Princípios Ativos - uma Abordagem de Ensino Pesquisa e Extensão, te denunciando contando tudo o que você fez comigo e pedindo que você fosse expulsa. Uma pessoa que passa na prova colando não merece fazer parte de um projeto de extensão cheio de pessoas que passam na prova estudando. Infelizmente o meu e-mail foi ignorado e você continua como membro do projeto de extensão, segundo o seu próprio perfil no Instagram:
https://www.instagram.com/p/DaHQQNcsFGD/
Ano passado, o seu amigo Guilherme de Sousa Barbosa ameaçou me bater mesmo sem eu ter feito nada contra ele. Depois que ele fez isso, você junto com os outros alunos da Fernanda foram fazer queixinha sobre minha na coordenação da farmácia. Por causa dessa queixinha. Algum FDP da coordenação da farmácia da UFRJ vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa que nem me conhece e que já concluiu o curso de farmácia. Até agora eu não estou acreditando no que aconteceu comigo. Se esse FDP achou que iria me calar, pode ter certeza que ele não conseguiu. Quer dizer, eu faço a vontade da coordenação da farmácia e tenho as minhas informações pessoais vazadas. Medo é para quem tem algo a perder, você já tirou tudo de mim, no momento que você me abandonou em orgânica 1. Parabéns você destruiu a minha vida.
Pode mandar o seu amigo, o Guilherme de Sousa Barbosa cumprir a ameaça e me matar logo, manda ele aparecer aqui na boca de fumo que tem em cima da minha casa pegar um fuzil com o traficante. Aqui em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas.
A vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte, eu não vou perder a minha bolsa.