Detimar Eustáquio Vieira é um dos
mais conhecidos e prestigiados mestres da arte popular brasileira. Mineiro de
Belo Horizonte (1955), exerceu o oficio de pedreiro, mas foi como ceramista que
começou a se destacar no cenário da arte popular brasileira partir dos anos 80,
confeccionando pequenas imagens sacras de barro cozido. Passados mais de trinta
anos, a arte sacra continua sendo o carro-chefe da arte de Det, como é
conhecido entre os amigos. Santos, anjos e querubins são exemplos de como o
artista pode se encontrar através da cerâmica natural, sempre em estilo
Barroco. Dentre as preferidos do artista se destacam: São Francisco, São Miguel
e Santana.
Detimar Eustáquio Vieira. Reprodução fotográfica Centro de Arte Popular CEMIG, Belo Horizonte, MG.
A obra do Aleijadinho tem sido uma
das principais fontes de inspiração para Detimar. O artista tem se baseado não
só nos trabalhos que viu do Aleijadinho, como também nas inúmeras histórias
passadas oralmente. Sua série sobre a vida do mestre do barroco mineiro,
pertencente ao acervo do Museu de Congonhas-MG, compõe-se de cenas da vida do Aleijadinho.
Detimar retratou o mestre trabalhando com ferros nas mãos; sustentando-se, com
dificuldades, no lombo de um jumento; esculpindo um profeta bem maior que ele;
agonizando no leito de morte, tendo à cabeceira um anjo que encaminha aquela
alma sofrida ao paraíso.
Detimar, Cristo, cerâmica policromada. Reprodução fotográfica, autoria desconhecida.
Detimar, Nossa Senhora, cerâmica. Reprodução fotográfica, autoria desconhecida.
Detimar participou ao longo
destes anos de várias exposições pelo Brasil, dentre elas: a mostra coletiva Artistas
Populares de Belo Horizonte, no Centro Cultural UFMG, (1996) e a mais
recente Mestres da Capital, no Centro
de Arte Popular CEMIG em Belo Horizonte, MG (2013).
Contato com Detimar:
Tel: (31) 3486-9353
Detimar, Sagrada Família, cerâmica. Reprodução fotográfica, autoria desconhecida.






Você pega o mesmo ônibus que eu, você já fez bioinorgânica junto comigo, a primeira vez que você veio falar comigo foi ano e foi para ameaçar me bater. Mesmo sem eu ter feito nada contra você. Você devia ter cumprido a ameaça e me espancar até a morte. Morrer para mim é lucro, sofrimento para mim é ver uma pessoa violenta igual a você se dando bem na vida.
ResponderExcluirNada justifica a violência, a violência é à força do fraco, o fraco não tem argumento e nem autoridade para conseguir o que quer e tem que conseguir as coisas na base da violência.
Depois que você ameaçou me bater, mesmo sem eu ter feito nada contra você, a sua amiga a Julia Tavares de Azevedo foi fazer queixa sobre mim, lá na coordenação da farmácia da UFRJ, por causa da queixinha que a Júlia Tavares de Azevedo fez sobre mim, algum FDP da coordenação da farmácia vazou as minhas informações pessoais para quem nem me conhece e nem estuda mais na UFRJ.
Se esse FDP da coordenação da farmácia da UFRJ, que vazou as minhas informações pessoais, achou que iria me calar, não funcionou. Medo é para quem tem algo a perder, eu não tenho nada a perder, não sobrou mais nada para mim.
Você devia pensar antes de se meter nos problemas dos outros.
Você ainda faz iniciação científica com bolsa da FAPERJ no laboratório Roderick A. Barnes, será que o Alessandro sabe que você fica ameaçando os outros na faculdade?
Você ainda fez estágio em farmácia comunitária, lá na clínica da família Rodolpho Rocco, será que você ameaçou os outros também lá?
Você ainda está fazendo estágio em operações em pesquisa clínica na ARTHA Research e estágio em farmácia hospitalar no hospital municipal Francisco da Silva Telles, será que você fica ameaçando os outros nesses lugares também?
Eu sei tudo sobre você, eu achei o seu perfil no Instagram, no Linkedin e no Lattes:
https://www.instagram.com/gs_baarbosa/
https://br.linkedin.com/in/guilherme-dee-sousa-barbosa-3b7a7a25a
http://lattes.cnpq.br/0814134791537799
Já que você foi homem o suficiente para ameaçar me bater mesmo sem eu ter feito nada contra você, você também é homem o suficiente para vir aqui na boca de fumo, que funciona na parte de cima da minha rua e mandar o traficante me matar, aqui em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornecesse material furtado para os traficantes fazerem barricadas. Melhor ainda, pega um fuzil com um traficante e dá um tiro na minha cabeça, morrer para mim é lucro, sofrimento é depois de tudo o que você fez comigo, eu ainda ser obrigado a ser da mesma turma que você das disciplinas de Citopatologia Clínica Aplicada e Toxicologia.